segunda-feira, 19 de maio de 2014

Menos é mais

No conceito simples e puro de que menos é mais de Mies Van der Rohe, aplica-se aos ambientes a limpeza de detalhes e a pureza do branco. Este conceito modernista é aplicado em todas as dimensões da arquitetura, desda planta em projeto a fachada e decoração.
Neste apartamento conjugado de 30m² datado de 1950, os móveis, todos em preto e branco, tornaram o ambiente limpo e trouxeram a sensação de espaço e leveza.



Um corredor entra cozinha e quarto/ sala se transformou numa saleta com bancada para jantar.
Bancada comprada nas www.lojaskd.com.br e cadeiras na www.mobly.com.br
Vaso decorativo e arranjo na www.tokstok.com.br
Vinís apoio para pratos e copos comprado da feira de antiguidades da Praça XV


No cantinho do quarto um detalhe retrô e intelectual.
Maleta vermelha comprada na feira de antiguidades da Praça XV


Ainda no corredor que antecede o quarto/sala mais um detalhe retrô e intelectual
Quadro Freddie Mercury, destes de loja de CD mesmo
Quadro Charlie Chaplin, nanquim pintado por mim



O banheiro com o detalhe do espelho provençal, comprado na Fast House,  e quadros da era industrial, comprados na TokStok
Bancada comprada no www.pontofrio.com.br  e modificada, puxadores e pés trocados para dar o "ar provençal"

terça-feira, 6 de maio de 2014

Precisamos falar sobre Rousseau

Há séculos o tentamos compreender de onde vem nossa índole, se nascemos puros e inocentes como alguns seres humanos se tornam atrocidades andantes?
Esta semana após a noticia de uma criança alvejada na cabeça por uma bala perdida, a primeira reação, em senso comum, foi da tristeza de uma criatura tão jovem e inocente pagar pelo erro de outros, mas então veio a dúvida: nos dias de hoje, ainda existem seres inocentes aos oito anos de idade?
Com referencia em Rousseau que já trouxe essa duvida a tona, o que leva uma mente supostamente pura ao prazer pela maldade e dor alheias?
Um jovem de 18 anos planejou sua fuga da Fundação casa, mas falhou. Tal fuga incluiria a morte de carcereiros. Sem qualquer culpa ou intensão de arrependimento, o jovem afirmou que a ação estava "toda combinada", o destino dos que o impedisse era certo.
A sociedade, o meio em que vivemos, passamos nossa infância, é capaz de moldar nossa personalidade? Uma criança humilde, que cresce na comunidade, mas não segue as influencias presentes, ou um jovem de classe média, que estudou em bons colégios e teve todo o carinho dos pais, viciado em drogas ou com uma vida criminosa, estariam indo contra suas raízes? Seria o instinto humano violento e impiedoso?
Ou já viria o homem ao mundo com sua índole determinada?

Para pensar no assunto segue sessão obrigatória, para colocar em duvida o que sabemos sobre a mente humana:

Precisamos falar sobre Kevin, dirigido por Lynne Ramsay:

Eva (Tilda Swinton) mora sozinha e teve sua casa e carro pintados de vermelho. Maltratada nas ruas, ela tenta recomeçar a vida com um novo emprego e vive temorosa, evitando as pessoas. O motivo desta situação vem de seu passado, da época em que era casada com Franklin (John C. Reilly), com quem teve dois filhos: Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller) e Lucy (Ursula Parker). Seu relacionamento com o primogênito, Kevin, sempre foi complicado, desde quando ele era bebê. Com o tempo a situação foi se agravando mas, mesmo conhecendo o filho muito bem, Eva jamais imaginaria do que ele seria capaz de fazer.



We Need Talk About Kevin - Torrent Download



Na série Chosen, que  narra a história de Ian Mitchell (Milo Ventimiglia, de Heroes), marido, pai e advogado, encontra na porta de sua casa uma caixa contendo uma arma carregada, a foto de um estranho e instruções de como deve matá-lo em um prazo de três dias. Criada por Ben Ketai e Ryan Lewis, a série segue a mesma proposta de um episódio de "Além da Imaginação" (remake), que foi transformado no filme "A Caixa".


Durante os episódios, vemos como o homem é capaz de ir contra seus princípios e agir institivamente em momentos extremos.



Chosen - Primeira Temporada - Download

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Cinco a Cinco

Cinco a cinco se conta em quatro, oito, dez, talvez infinitas mentes pensantes. 
Dos que se alegram aos que aborrecem com a alegria dos outros indivíduos, cinco a cinco se passa cada dia em cada olhar, do que passa e do que fica.
Do que se desliza sem nem perceber ao que arrasta com todo o peso da consciência, cinco a cinco de hoje, amanhã e depois.
Mas só no próximo cinco.